Paciente em avaliação oftalmológica

Cirurgia facorrefrativa · Lentes intraoculares

Sua visão mudou com os anos? Existe caminho.

A troca de cristalino substitui a lente natural do olho, que perde transparência e flexibilidade com a idade, por uma lente intraocular escolhida para o seu caso. Um procedimento consolidado na oftalmologia.

Avaliação personalizada · Rio de Janeiro

Depois dos 50, é comum notar que a leitura exige mais luz, as cores parecem menos vivas e dirigir à noite ficou incômodo. Não é só impressão.

O cristalino é a lente natural que fica dentro do olho. Ao longo da vida ele endurece e vai perdendo transparência — o que explica a dificuldade progressiva para focar de perto e, mais adiante, a catarata.

Na troca de cristalino, esse cristalino é removido e substituído por uma lente intraocular personalizada. Dependendo da lente escolhida e das características do seu olho, é possível reduzir a dependência de óculos para diferentes distâncias — algo definido caso a caso na avaliação.

Lente intraocular sendo manipulada com pinça cirúrgica
Lente definitiva
A lente intraocular não precisa ser trocada
Sem catarata futura
O cristalino natural já foi substituído
Um olho por vez
Procedimento ambulatorial

O procedimento

As etapas do procedimento

Do planejamento das lentes até os retornos do pós-operatório.

01

Avaliação e biometria

Exames medem o olho com precisão e avaliam retina, córnea e pupila. É o que permite calcular a lente ideal para você.

02

Escolha da lente

Monofocal, tórica, de foco estendido ou multifocal: a escolha considera sua rotina, expectativas e as características do seu olho.

03

O dia da cirurgia

Feita por microincisão, com anestesia em colírio e sedação leve. Costuma durar cerca de 20 a 30 minutos por olho.

04

Recuperação acompanhada

Retorno para casa no mesmo dia, com colírios e orientações. A adaptação visual acontece nos dias e semanas seguintes.

Indicação

Quando a troca de cristalino pode ser considerada

Situações frequentes entre os pacientes que procuram a avaliação:

Esses são sinais, não um diagnóstico. Só o exame define se o procedimento é indicado e qual resultado é realista para você.

Quero agendar minha avaliação
  • Dificuldade progressiva para enxergar de perto e de longe
  • Diagnóstico de catarata inicial ou já estabelecida
  • Sensação de visão embaçada, cores desbotadas ou brilho ao dirigir à noite
  • Grau alto que limita outras opções cirúrgicas
  • Desejo de reduzir a dependência dos óculos após os 50 anos
  • Troca frequente do grau dos óculos nos últimos anos

Tecnologia, lentes e experiência do paciente

Cálculo preciso da lente

Biometria óptica e topografia de córnea alimentam fórmulas modernas de cálculo, aumentando a previsibilidade do resultado refrativo.

Diferentes tipos de lente

Lentes tóricas tratam astigmatismo; lentes de foco estendido e multifocais ampliam o alcance de visão. Cada tipo tem vantagens e limitações que serão explicadas a você.

Reduzir dependência, não prometer perfeição

Muitos pacientes passam a usar óculos apenas em situações específicas. A independência total não pode ser garantida a ninguém.

Como é o pós-operatório

Descanso nas primeiras horas, colírios por algumas semanas e cuidados simples com esforço e água. A adaptação neural às lentes multifocais é gradual.

Dr. Ricardo Rezende, oftalmologista

Quem vai cuidar de você

Dr. Ricardo Rezende

  • Medicina pela UFRJ
  • Residência em Oftalmologia pelo Hospital Federal dos Servidores do Estado (HFSE)
  • Pós-graduação em Oftalmologia pela PUC-RJ
  • Fellowship em Cirurgia de Catarata e Facorrefrativa pelo HOSG
  • Membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)
“Cada paciente recebe uma avaliação personalizada, com tempo e atenção para tirar todas as dúvidas antes de qualquer decisão.”

Perguntas frequentes

Dúvidas rápidas

A técnica é a mesma. A diferença é o momento: na troca de cristalino, o objetivo também inclui a correção do grau.

É feita com colírio anestésico e sedação leve. O relato mais comum é de desconforto mínimo.

Cerca de 20 a 30 minutos por olho, em regime ambulatorial.

Geralmente não. O habitual é operar um olho por vez, com intervalo definido pelo médico.

Muitos pacientes reduzem bastante o uso, especialmente com lentes premium. Ainda assim, óculos podem ser necessários em algumas situações.

Não. A lente intraocular é feita para permanecer no olho de forma definitiva.

Não há um número fixo. O que define é a condição dos seus olhos e a sua saúde geral.

Atividades leves costumam ser retomadas em poucos dias; esforço físico e piscina exigem mais tempo, conforme orientação.

Avaliação

Entenda o que é possível no seu caso.

Na avaliação com o Dr. Ricardo Rezende, seus olhos são examinados em detalhe e as opções de lente são explicadas com clareza — com expectativas realistas, sem pressa.

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Atendimento humanizado · Lentes intraoculares personalizadas